domingo, agosto 13, 2006

dia do que?

Então é nataaaaaaaaal. Ops! Desculpem, ainda estou embuído do espírito de férias. Fui à Natal e aproveitei uma das piores cidades do Brasil! Lugar fantástico! Aos poucos, no fotolog (endereço ao lado, nos links), vou colocando fotos de lá.
Hoje foi comemorada mais uma data capitalista: O dia dos pais. Parece até birra minha com essas coisas, e até um tanto clichê o que vou dizer, mas é pura palhaçada dizer que hoje, dia 13/08/2006, segundo domingo de agosto, é o dia dos pais. Todo dia é dia dos pais (eis o tal clichê), das mães, das mulheres, do amigo, do cachorro, do periquito, do papagaio, dos namorados, dos cornos, dos viados (sem preconceito, manas). Acho que meu aniversário tem que ser lembrado e comemorado por todo mundo também, se for assim (embora deteste meu aniversário pelo aniversário, não por ser dia 24, ui!).
O fato é que o homem a partir do qual o esperma fecundou o óvulo e gerou você não é, necessariamente, seu pai. Pai é mais que ser genitor, procriador, reprodutor, por assim dizer. Não que eu seja pai, mas tomo meu pai e os pais de alguns amigos e conhecidos como referência, afinal de contas, filho é algo looooonge dos meus planos, por enquanto.
Pai é a figura protetora, que impõe-se pelo amor e pelo respeito. E isso nada tem a ver com genes, espermatozóides ou presentes caros. Pai é o que ajuda, acompanha, aconselha, mete a porrada (com sabedoria), dá dinheiro, reclama, dá bronca, mas acima de tudo, que ama. E, já diria um velho tema de campanha: "Quem ama cuida!".
Hoje é um dia a ser pensado muito mais que um dia apenas, pai é pai o ano todo. Filho é filho o ano todo. E merda é merda o ano todo. Por mais besteiras que você faça, ele te ama e vai te perdoar. Não se inspirem na ficção, novela é cheia de coisas pra deixar "emocionante" demais.
E pra quem não tem pai, por qualquer motivo que seja, ficam meus respeitos e voto de que não se estresse nem se aperreie por causa do dia de hoje, porque é mais um dia, apenas.
Mas aos pais, parabéns.

terça-feira, maio 30, 2006

emófobos?

Olá criançada, o que me contam de novo? Espero que esteja tudo tranquilo com vossas senhorias. Por aqui tudo está, digamos, dentro dos conformes, segundo a política do bom viver.
Meus projetos estão um tanto embaralhados por enquanto, afinal de contas, não dá pra planejar muita coisa sem pensar em como vou ganhar dinheiro. E antes que alguém pense alguma coisa, eu não tenho um corpo, muito menos sou bonito, portanto ploc está fora de cogitação, até porque minha religião não permite. (=
"Se toda ação corresponde a uma reação
por que você não responde quando chamo?
me faz gritar seu nome em vão
não percebes o quanto por ti clamo?" (eu escrevi isso aí...)
não sei, EMO demais não é? Mas se o EMO é um hardcore com letras emotivas, por que todo cara que não "é emo" (expressão assaz idiota, como alguém pode ser um estilo? Personificação? Possessão?) é discriminado por aqueles que dizem ser algo diferente (entenda-se GOSTAR de algo diferente)?
Esses dias tenho observado atentamente o fenômeno, afinal os emos se espalham por aí feito vírus da gripe. Mas o que mal há em gostar de letras de corno na forma do bom e velho hardcore? Aquele bom e velho som pulsante com letras que falem das desgraças afetivas dos outros, ou das próprias experiências mal-sucedidas?
A música é um mutante por natureza, sempre há os que querem inovar e os conservadores. Mas sempre houve emoção nas músicas, seja ela dor de cotovelo, um protesto, uma revolta, uma brincadeira, a música sempre foi motivada por uma emoção pra causar emoção em quem ouve.
Sinceramente, acho esse papo de dizer que emo é bicha, que música com violãozinho é pra viado, pura bobagem. Afinal de contas, música é música. E se dizem que funk é música, por que deábos eu não posso curtir um emocore?
Portanto, antes de ter preconceito com alguma coisa, pergunte a si mesmo porque você não gosta, pra depois falar bobagem. E se esse texto mexeu contigo, é porque tu é emo.
hahahahaha.
boa semana.